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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Grandes Empreendedores e suas Frases



O que é um empreendedor? 
Esta é uma denominação empregada para identificar um indivíduo que desenvolve e cria uma organização. Muitos empreendedores ficaram famosos no mundo todo, pelo fato de suas organizações fazerem muito sucesso. Bill Gates criador da Microsoft, maior empresa de tecnologia e informática do mundo, é um exemplo de um dos vários empreendedores de sucesso.

Confira abaixo, frases de grandes empreendedores que serviram de inspiração para muitos outros devido ao seu sucesso, sendo referência para muitos indivíduos que desejam alcançar grandes objetivos na área de empreendedorismo:

“O segredo do empreendedorismo é ter 100% de convicção com apenas 80% da resposta”.
Aaron Levie – Criador do primeiro serviço de armazenamento na Internet, e dono de uma fortuna de mais de cem milhões de dólares e dono do maior serviço de empresas de utilização dos Estados Unidos.

“O mundo é redondo, portanto não tem canto para ninguém ficar encostado.”
Cezar Tonheiro – empreendedor de grande sucesso.

“Ousadia é uma das qualidades do empreendedor! O mundo pertence aos ousados”.
Eike Batista – empresário brasileiro atua em diversos setores tais como logística, energia, mineração, indústria naval, petróleo entre outros. 

“Quando um líder, empreendedor, entra nesta frequência, ele não se esforça para convencer as pessoas para estarem ao seu lado. Ele tem o trabalho de selecionar quem serão aqueles que vão fazer história e mudar o mundo ao seu redor!”.
Flavio Augusto – Criador da empresa WiseUps e de outras empresas interligadas que foram vendidas por R$877 milhões para a empresa Abril Educação. O mercado de ações desta empresa possui o valor de mais de R$4 bilhões, tendo Flávio como o seu terceiro maior acionista.

"As únicas grandes companhias que conseguirão ter êxito são aquelas que considerarem os seus produtos obsoletos antes que os outros o façam."
“Seus clientes menos satisfeitos são sua maior fonte de aprendizado.” 
Bill Gates – Criador e dono da empresa mais popular de softwares do mundo em termos de valor de mercado.

"Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o mais é secundário."
Steve Jobs – Inventor e empresário americano na área da informática. Precisdente e diretor executivo da Apple Inc.

“Não faz sentido olhar para trás e pensar: devia ter feito isso ou aquilo, devia ter estado lá. Isso não importa. Vamos inventar o amanhã, e parar de nos preocupar com o passado.”
Steve Jobs
“As pessoas podem ser realmente muito inteligentes e ter habilidades incríveis, mas se elas não acreditarem nisso, então elas não iram trabalhar duro o suficiente para se aprimorar.” 
Mark Zuckerberg – empresário e programador, ficou mundialmente conhecido por ser um dos fundadores da maior rede social do mundo, o Facebook.

“Ao dar às pessoas o poder de partilhar, estamos tornando o mundo mais transparente.” 
Mark Zuckerberg




Fonte: http://goo.gl/04oTTO

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Empreendedor Moderno


A maioria das pessoas entende por empreendedorismo o fato de abrir uma empresa e ganhar muito dinheiro, esse é o “conceito” mais comum, mas empreender não consiste somente nisso. Segundo Dornelas (2005), “Empreendedorismo é o envolvimento de pessoas e processos que, em conjunto, levam a uma transformação de ideias em oportunidades, e a perfeita implementação destas oportunidades leva à criação de negócios de sucesso”. Esse conceito de Dornelas nos faz entender que empreender é mais que abrir uma empresa.

Hoje contamos com um conceito novo de empreendedorismo, o empreendedorismo moderno. O empreendedor moderno não é aquele que simplesmente abre uma empresa, pelo contrário, ele tem uma visão diferente de um simples empresário, ele é solucionador de problemas e percebe deficiências do mercado e as usa como um trampolim de oportunidades de negócio.

No empreendedorismo moderno, o dinheiro não é uma prioridade absoluta, mas uma consequência de um trabalho criativo e diferente do convencional. Aliás, fugir da convencionalidade é uma característica tanto do empreendedorismo comum, quanto do empreendedorismo moderno. 

Todo mundo quer ganhar dinheiro, por isso existem milhares de empresas espalhadas pelo mundo todo, por isso é necessário ser diferente do convencional e é essa a ideia do empreendedorismo moderno.

O empreendedor moderno se preocupa com coisas que vão além do dinheiro, se preocupa com o futuro, por isso as questões sociais e ambientais são de interesse desse profissional. A geração de empregos é uma preocupação de qualquer empreendedor e as questões ambientais são assuntos que jamais devem sair da pauta de um empreendedor moderno.

O empreendedorismo moderno é um assunto que está sendo passado a jovens que têm recebido e acreditado que esse conceito é a solução para um mercado que tende a modificar-se cada vez mais. Nesse mercado moderno só serão “aceitos” quem estiver disposto a ser diferente dos demais.

Referência: DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.




Fonte: 
http://goo.gl/YLzkfA

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A Menina do Vale


Iniciativa? Trabalho em equipe? Networking? Determinação? Quais são as coisas que podem fazer toda a diferença para quem sonha em empreender?
Em A Menina do Vale, Bel Pesce conta o que tem aprendido em sua jornada empreendedora e cita diversos cases de sucesso que mostram como o perfil empreendedor pode mudar uma vida.
Se prepare para mergulhar em histórias cativantes, que mostram que tudo é possível se você se dedicar de cabeça e coração.
O livro está disponível em versão online gratuita

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Participação dos Gestores nos Processos



A plataforma Gestão à Vista garante a participação ativa dos executivos e garante agilidade na tomada de decisões

Cada vez mais a produtividade é tratada de forma sistêmica e com toda a razão, uma vez que é tida como a expressão do sucesso ou fracasso de uma empresa. A boa gestão da produtividade permite o controle organizacional e garante a consistência dos resultados, mas só se consegue atingir essa efetividade se envolver houver agilidade na tomada de decisões.

A partir dessa percepção, a Empresa, adota uma série de processos importantes e mensuráveis para administrar o ambiente de seus serviços. Para garantir a otimização de suas ações, hoje os índices de desempenho são de total acesso aos tomadores de decisões que, a partir do ponto de vista estratégico, agem preventivamente e garantem excelência em toda a cadeia produtiva.

A Gestão à Vista, a plataforma de indicadores monitora mais de 25 processos simultaneamente e pode disponibilizar relatórios atualizados em tempo real. O gestor consegue explorá-los de forma ampla e estruturada. Por meio dela, identifica oportunidades de negócio, particularidades regionais, realiza comparações e simulações de acordo com os índices de desempenho.

A ferramenta agregou diversos ganhos à empresa, mas dois podem ser destacados: agilidade na análise global da prestação de serviço e o aumento na qualidade de informações.

Com esses indicadores em mãos, os gestores se reúnem com suas equipes para alinhar ações e manter a qualidade total na prestação de serviços. Em outra frente, a empresa consegue mensurar quando é necessário aumentar, realocar ou diminuir recursos, aplicar treinamentos, entender como o cenário local impacta em sua prestação de serviço.

Segundo Carlos Pulici, diretor de Operações da Simpress, o Gestão à Vista possibilita intervenções sistematizadas e preventivas justamente por contar com a ativa participação dos gestores. “Com ela, transformamos informação de qualidade em indicadores, os quais nos possibilita melhorar a performance logística, mensurar o desempenho individual e global, evitar desperdício e alinhar a equipe no nosso foco: a satisfação do cliente”, explica o executivo.


por http://goo.gl/lpB9vs

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mandamentos de um Líder



Os executivos que hoje atuam com a gerência de projetos de TI têm a responsabilidade de controlar uma série de questões - que vão de recursos, suprimentos, pessoas até custos. Apesar de complexa, a tarefa pode ser menos arriscada se o profissional seguir uma metodologia de trabalho.
Na sequência, confirme os cinco mandamentos que devem ser seguidos por todo e qualquer gerente de projeto:


1 – Termine no prazo

Esse é o mais velho dos objetivos. Ainda assim, trata-se da meta mais difícil de cumprir, quando se fala em gerenciamento de projetos. A dificuldade está nas constantes mudanças de requisitos e por conta do otimismo exagerado da agenda inicial.

Para cumprir esse objetivo, o profissional deve gerenciar seu escopo muito cuidadosamente. A primeira coisa é criar um controle de alterações no projeto para gerenciá-los adequadamente. Sempre mantenha seu plano atualizado, com registros do progresso atual em relação ao que estava planejando. Identifique rapidamente qualquer desvio e trate de consertá-lo.
2 – Finalize o projeto dentro do orçamento

Para ter a certeza de que os custos do projeto não extrapolem os limites, é necessário ter a visibilidade sobre custos logo no início para manter o controle. O budget deve ser elaborado incluindo todos os custos do projeto, não importando se eles estão relacionados a pessoas, equipamentos, fornecedores ou materiais. Saiba, então, o custo de cada tarefa do planejamento e mantenha o controle para observar qualquer desvio.

Com essa postura, se gastar demais em alguma tarefa, o profissional consegue corrigir o orçamento gastando menos em outras áreas. Só dessa forma é possível garantir que o projeto fique dentro do orçamento, ou até abaixo dele.
3 – Conheça os requisitos

Não importa qual é objetivo do projeto, ele deve produzir soluções que atendam a 100% do que foi requisitado. O truque aqui é garantir a existência de uma lista bem detalhada dos requisitos necessários e ter a certeza que todos foram bem compreendidos. Isso porque requisitos ambíguos, que antes pareciam um pequeno fragmento do projeto, podem se tornar enormes, tomando tempo e recursos não esperados.

4 – Mantenha os clientes felizes

Você pode até ter conseguido terminar o projeto a tempo, abaixo do orçamento e atendido 100% dos requisitos, mas ainda assim ter clientes infelizes. Isso pode acontecer porque suas expectativas mudaram desde que o projeto foi iniciado e não foram devidamente gerenciadas.

Para garantir que os patrocinadores do projeto, usuários e outros stakeholders fiquem felizes na entrega, algumas atitudes são necessárias. A primeira é ter certeza de que todos fiquem bem informados do progresso do projeto. Mantenha todos com o pé no chão com uma visão transparente do que está acontecendo.
Deixe que todos expressem suas preocupações e ideias com regularidade. Diga-lhes com antecedência se há algum problema com relação ao prazo de entrega ou quando mudanças são necessárias. Abertura e honestidade são sempre as melhores ferramentas para manter o projeto alinhado com as expectativas dos clientes.

5 – Zele pela felicidade da equipe do projeto

Se você conseguiu preencher os quatro objetivos anteriores com um time feliz, a disposição para repetir tudo em uma próxima vez será bem maior, assim como a disposição da equipe.

A melhor forma de manter a equipe motivada é reconhecer e premiar os bons trabalhos. Delegue atividades de acordo com os pontos fortes de cada um e conduza exercícios de equipe para aumentar a confiança.


fonte:http://goo.gl/i9oHZF

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Gestão de Projetos e a TI Trabalhando Juntos



Integrando os softwares de Gerenciamento de projetos

O objetivo deste Artigo vem demonstrar conhecimento das razões pelas quais se pode adotar o gerenciamento de projetos por meio de software de planejamento e controle. Para tal, pretende-se identificar o software mais indicado para os diversos tipos de projetos. Além disso, será discutido como melhor explorar as características das ferramentas informatizadas, visando-se o aprimoramento da performance do projeto a ser desenvolvido.

Você deverá estar apto a compreender como determinadas ferramentas de informáticas podem ser úteis para tornar o gerenciamento de projetos mais eficiente, melhorando na obtenção dos resultados, conforme os objetivos e metas determinadas pelos projetos.

Introdução

A experiência demonstra que as empresas que utilizam ferramenta automatizada de gerenciamento de projetos, disseminada por toda a organização, entendida e acessível a todos os integrantes das equipes, conseguem uma taxa de sucesso em custo, prazo e qualidade superior às empresas que não a adotam.

Existem vários aspectos do gerenciamento de projetos que o administrador não pode permitir que sejam mal conduzidos, pois poderão colocar em risco todo o trabalho do projeto, entre os quais podemos citar:

·         Os cronogramas e orçamentos que têm de ser construídos e monitorados;
·         As especificações e o escopo que têm de ser definidos;
·         Os fornecedores que devem ser identificados, monitorados e pagos;
·         Os relatórios que devem demonstrar o progresso do projeto de forma visual por meio de gráficos e tabelas.

Por isso, os softwares de gerenciamento de projetos, produzidos para manter os projetos organizados podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.

No mundo competitivo de hoje, os competidores lutam por lançamentos antecipados e, para evitar ser batido por um concorrente, é essencial que os seus projetos sejam executados no prazo e dentro do orçamento. Desta maneira, fica evidente a importância do uso de um aplicativo que apoie o administrador nesta tarefa.

A importância dos softwares de gerenciamento de projetos

Projetos cujo controle e monitoramento são falhos levam a perdas em termos de dinheiro, tempo e credibilidade com os clientes e na moral da equipe.
Os aplicativos de gerenciamento de projetos não somente mantém toda a documentação do projeto em um único local, mas também fornecem métodos e padrões para toda a equipe, ajudando a manter as variáveis do projeto sob controle, uma vez que apoiam a confecção de relatórios de performance.
O aplicativo de gerenciamento de projetos vai racionalizar e simplificar o seu trabalho para concluir o projeto com sucesso, seja você um profissional autônomo ou mesmo um funcionário de corporação multinacional.

Situação atual do mercado

Competição sem precedentes – o mundo torna-se cada vez menor, e os competidores estão cada vez mais inteligentes, buscando tomar a sua fatia de mercado. Seus clientes exigem cada vez mais por menos e praticamente não se tem mais a fidelidade à marca.
Restrições financeiras –   recursos improdutivos e cronogramas imprevisíveis são drenos dos recursos e um obstáculo à performance financeira da empresa.
Recursos descentralizados -  os recursos que você necessita para completar os projetos estão geograficamente separados

Os desafios do administrador de projetos

Vivemos num mundo competitivo e imprevisível, onde temos cada vez menos tempo e recursos para executar os projetos. O grande desafio é concluí-los rápida e eficientemente e dentro do orçamento previsto.

Com o uso de aplicativo de apoio ao gerenciamento do projeto, sua equipe estará apta a colaborar e comunicar eficazmente entre si e com os stakeholders durante todos os estágios do ciclo de vida do projeto, facilitando a entrega de produtos no prazo e no orçamento.

Benefícios do uso do software de gerenciamento de projetos

Os administradores de projetos são os responsáveis por assegurar com que as melhores práticas e metodologias sejam incorporadas na maneira como a empresa trabalha. Agindo, assim, eles asseguram com que os planos produzidos sejam consistentes, e as barreiras à comunicação sejam eliminadas para que os projetos possam ser executados com precisão.

As ferramentas colaborativas que disseminam informações sobre os projetos asseguram com que todos na equipe se mantenham informados em relação ao seu progresso, e também com que os projetos se mantenham alinhados com os objetivos da empresa.

Como as informações ficam disponíveis num único local, os interessados têm acesso às mais recentes informações, podendo facilmente analisar o desempenho e tomar decisões para corrigir o rumo do projeto, caso ele se afaste do plano. O resultado é uma administração mais eficiente das atividades do projeto.

Os softwares de gerenciamento de projetos permitem o controle simultâneo em ambiente de muitos projetos, ao mesmo tempo em que examinam o impacto nas cargas de trabalho dos recursos empregados durante atividades futuras.

Os softwares auxiliam também as equipes de projeto e as empresas no sentido de gerenciar atividades e recursos, analisar o progresso do projeto, e de encontrar soluções para problemas identificados de forma a contribuir para melhores resultados da empresa.

Os aplicativos fornecem ainda informações precisas a quem necessita, no tempo certo e onde elas são necessárias. Na essência, os aplicativos ajudam as empresas a organizar recursos escassos de forma inteligente, identificando e tratando os problemas para assegurarem a entrega dos produtos gerados pelo projeto dentro do prazo e do custo estimados.

A implantação do software pelas equipes de projeto permite com que o trabalho seja planejado e executado mais eficazmente com a consequente melhoria de produtividade, aumento da competitividade e melhores resultados globais para a empresa. Além disso, auxilia na disseminação de uma metodologia padrão de gerenciamento de projetos por toda a organização.

Grande parte dos softwares oferecidos no mercado prevê o uso de permissões, restrições e filtros de forma com que cada participante receba as informações e dados precisos e que especificam bem a sua atuação no projeto. O software de gerenciamento torna os administradores de projetos mais eficientes. Lembre-se de que o aplicativo não ensina metodologia para quem não a conhece.

Ele simplesmente automatiza as funções e permite com que o administrador as execute com mais eficiência. Você terá de possuir capacitação em gerenciamento de projetos para usar adequadamente estas ferramentas. Mesmo com o uso de uma ferramenta informatizada, permanece a responsabilidade do administrador em manter o projeto dentro dos parâmetros planejados.

Principais benefícios do uso de software de gerenciamento de projetos

A princípio, podemos definir os seguintes benefícios provenientes do uso de softwares de gerenciamento de projetos:

     Prioriza os projetos estratégicos para a empresa;
     Maximiza o retorno do investimento;
     Otimiza o uso de recursos;
     Reduz o consumo de tempo em tarefas manuais;
     Reduz informações erradas;
     Prevê futuros custos e retornos;
     Reduz os custos de administração dos projetos;
     Minimiza esforços redundantes ou repetidos;
     Prove visibilidade de todos os projetos;
     Identifica necessidade de treinamento;
     Padroniza uma metodologia;
     Fornece informações precisas sobre o seu progresso.

Em empresas que administram vários projetos simultaneamente, o uso de software para planejamento e controle de projetos ajuda a distribuir os níveis de autoridade por toda a equipe e, desta forma, monitora o desempenho do projeto.

Com um software adequado, o progresso do projeto pode ser visualizado em tempo real pelos diversos níveis hierárquicos, a partir de quadros de controle, por exemplo. Ao se detectar um problema as ações corretivas podem ser então imediatamente acionadas.

Como escolher um software de gerenciamento de projetos

Como administrador de projetos, você vai necessitar de um aplicativo condizente com suas necessidades, inclusive no que se refere às características de colaboração on-line e às facilidade de uso e elaboração de relatórios. Abaixo, indicamos algumas características que você deve buscar para avaliar os softwares e escolher o mais adequado à sua situação.

Conjunto de características – os softwares possuem elementos incorporados inclusive à capacidade de coordenar atividades com os respectivos recursos que irão executá-las.

Facilidade de uso – as características e instruções devem ser fáceis de serem utilizadas e de uso simples.

Facilidade de instalação – o software deve ser simples de instalar para ser utilizado independentemente de ser instalado num servidor local ou via internet.

Ajuda/Suporte – o aplicativo deve apresentar um completo manual de uso e sistema de ajuda. O produtor deve oferecer serviço de ajuda por telefone, via e-mail ou on-line em seu site na internet de forma com que você possa obter apoio diretamente da equipe de suporte técnico do fabricante.

Metodologia – o aplicativo irá atender melhor às suas necessidades, se contiver módulos que indiquem os processos, práticas e atividades específicas de avaliações para priorização, orçamentação e seleção de investimentos. Se possuir esta característica, ele dará grande contribuição para os interesses estratégicos da empresa.

Gerenciamento de recursos – o aplicativo deverá ser capaz de controlar os recursos limitados necessários para conduzir um projeto que envolva: pessoas, máquinas, equipamentos, tempo e dinheiro.

Colaboração – a maneira como as informações podem ser comunicadas inclusive por e-mail, videoconferências, reuniões, intranets, entre outras, deve ser simples e intuitiva.

Montagem da equipe -  o software deverá permitir com que você encontre facilmente as pessoas com as habilidades específicas para o tipo de atividade a realizar.

Tipos de projetos

Vamos analisar as categorias de projetos e os níveis de controle exigidos para cada uma delas. Isto ajudará a escolher a ferramenta adequada para melhor conduzir os projetos. Para facilitar sua decisão, vamos apresentar duas categorias de projetos para que você possa verificar qual melhor se ajusta à sua realidade, pois as práticas de administração devem considerar as variações no tamanho do projeto.

Para mais clareza, os projetos são classificados nas categorias pequenos, médios/grandes. Estas designações são usadas para colocar os projetos numa mesma perspectiva, ou seja, para determinar a extensão e o grau de esforço da gerência que devem ser aplicados a um dado projeto.

Os pacotes indicados para pequenos projetos não são adequados para os grandes; e a maioria dos pequenos projetos seria, sem dúvida, sufocada pela excessiva documentação e pelos procedimentos e práticas detalhados, elementos estes necessários para se administrar, com eficiência e eficácia, os grandes projetos.

Uma maneira para se identificar a dimensão do projeto é avaliar os fatores importantes, logo no início, e determinar seu tamanho.

A flexibilidade da metodologia e dos processos associados reconhece que os projetos grandes e complexos requerem uma aplicação mais rigorosa dos processos da administração do que os projetos pequenos, com objetivos facilmente alcançáveis.

O administrador do projeto avalia as características do projeto e determina quanto usar da metodologia, e quais os processos da gerência de projeto são requeridos. Esta definição será então refletida no plano do projeto e na documentação associada.

Projetos Pequenos

Os projetos pequenos são discretos, com objetivos finitos que incluem:

1.         Custo;
2.         Prazo;
3.         Objetivos de desempenho técnico.

Os projetos pequenos não requerem necessariamente habilidades especializadas do gerente do projeto. Projetos nesta categoria normalmente planejam somente a duração necessária sem considerar o volume de trabalho e a produtividade, disponibilidade bem como a capacidade dos recursos.

Geralmente, estes projetos não necessitam de monitoramento rigoroso de orçamento, sendo que os relatórios de status são restritos ao acompanhamento das conclusões das atividades.

Nesta situação, sua faixa de escolha é muito ampla, e, em vista disto, muitos pacotes poderão suprir as necessidades de gráficos de Gantt e Pert, que você irá necessitar. Se os projetos conduzidos por você recaem nesta categoria, procure aplicativos shareware ou mesmo gratuitos disponíveis no mercado, pois, assim, você economizará na compra e na curva de aprendizado que seria necessária para softwares mais complexos cujas funcionalidades jamais seriam utilizadas.

Projetos Médios e grandes

O nível seguinte dos projetos é mais detalhado e complexo, uma vez que envolve técnicas avançadas de gerenciamento para assegurar-se com que o resultado seja entregue no prazo e dentro do orçamento previsto. Os projetos médios e grandes têm prazo e orçamento específicos de conclusão, já que envolvem a integração de um grande número de pessoas e recursos provenientes de diferentes grupos funcionais da empresa e, às vezes, de diferentes organizações.

Necessitam, pois, da participação ativa de um administrador de projeto, que seja responsável pela gerência das tarefas e pelo alcance dos objetivos. O administrador do projeto é também responsável pelas técnicas de planejamento e controle necessários durante o ciclo de vida do projeto.

Projetos Médios

Se você e sua empresa necessitam de maior precisão de estimativa de volume de trabalho, assim como planos detalhados e gerenciamento de portfólio de projetos, os softwares simples não irão atender às suas necessidades, pois será melhor adquirir um pacote mais sofisticado com o qual a empresa e o administrador de projetos poderão, eventualmente, evoluir.

Nesta categoria, os administradores que necessitam automatizar os processos de elaboração de planos, devem preparar relatórios ocasionais e produzir gráficos simples de desempenho que poderão utilizar os pacotes mais simples, sem grande investimento financeiro ou que exijam bastante treinamento da equipe. Para isto, você encontrará uma variada gama de ferramentas que irão satisfazer a tais necessidades básicas, inclusive alguns produtos que trabalham na web e que proporcionam informação em tempo real.

Projetos Grandes

Se sua empresa conduz majoritariamente projetos grandes e complexos, você deverá escolher ferramentas mais sofisticadas e, portanto, mais caras e difíceis de serem manejadas, pois o custo de um aplicativo de gerenciamento de projetos é dependente do seu nível de complexidade.
Quanto mais complexos os projetos, maior o grau de sofisticação da ferramenta de planejamento e controle.

Nesta categoria (de grandes projetos), é interessante se pensar em ferramentas na intranet e na internet. Muitas empresas estão atualmente usando o ERP (Enterprise Resource Planning) integrado a um sistema de gerenciamento de projetos, o EPM (Enterprise Project Management), o que auxilia não somente no planejamento e controle dos recursos dos projetos, mas também na tomada de decisão por parte da alta Estratégia.

Em alguns casos, a utilização de um EPM pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso na condução dos projetos.

Os projetos intrinsecamente têm grande número de incertezas e riscos, como, por exemplo: fluxo de caixa, racionalização de recursos, influências externas, etc. Projetos com longa duração devem sofrer adaptações rápidas às condições transformacionais do ambiente de negócios, sem afetar o desempenho do projeto. Neste caso, um EPM ajuda a empresa não somente a monitorar o progresso de cada projeto em particular, mas também o conjunto de todos os projetos para garantir com que eles sejam completados no prazo e custo planejados.

Decisão

Escolha o software que coincida com as necessidades específicas dos projetos que você conduz. Alguns serão mais apropriados a projetos com maior necessidade de gráficos, enquanto outros trabalharão melhor com projetos que necessitam de planilhas como: orçamentos e cálculos financeiros.
A maioria dos softwares de gerenciamento de projetos é de fácil instalação e vem com instruções simples de serem seguidas para uso. Seu grande desafio é analisar os diferentes tipos e escolher o melhor para você e sua empresa.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Relacionamento com o Negócio



Vamos falar hoje sobre um processo inserido na versão 3 do ITIL, e faz parte do estágio de estratégia do serviço:  o gerenciamento de relacionamento com o negócio. Antes desta release, este processo era uma atividade dentro do gerenciamento de nível de serviço, mas agora tem uma abordagem muito mais ampla.
O processo de gestão de relacionamento com o negócio tem o objetivo de manter o relacionamento entre o provedor de serviços e o cliente nos níveis estratégicos e táticos. O propósito é assegurar que o provedor de serviços entenda continuamente as (novas) necessidades e requisitos do negócio, de maneira que o provedor de serviços entregue o que o negócio precisa. Outros objetivos:
  • Manter a proximidade com o cliente
  • Verificar novas oportunidades
  • Resolver situações pro-ativamente antes que virem crise
  • Alinhar expectativas.
  • Gerenciar reclamações
  • Escalar e acompanhar a solução de incidentes junto ao service desk que não estejam sendo tratados conforme a expectativa do cliente.
Esta abordagem de relacionamento vale tanto para provedores de serviços internos quanto externos. No caso de uma TI interna, geralmente este relacionamento será feito entre a gerência de TI (ou alguém por ele designado) e o responsável (gerente) de cada área de negócio. No caso de uma TI externa, será feito entre um representante do fornecedor de serviços e o contato principal no cliente. É muito importante que o relacionamento seja feito com a pessoa certa, com quem tem autoridade para tomada de decisão. No caso do provedor de serviços, a pessoa designada para realizar este trabalho é geralmente o gerente de contas ou de relacionamento.
Este “relacionamento” é feito através de reuniões periódicas onde o provedor de serviços reporta indicadores, SLAs, incidentes ocorridos, gestão de capacidade, uso dos serviços entre outras informações que apontem situações ocorridas, cumprimento de metas e pontos de atenção futuros que necessitam de uma ação. É uma ótima oportunidade para escutar o cliente também. Este trabalho tende a aumentar a satisfação do cliente com os serviços providos, pois a apresentação de indicadores torna o serviço mais “palpável” e traz uma racionalidade para a construção desta percepção sobre a qualidade entregue. Geralmente esta percepção fica muito na área operacional, não subindo para os níveis táticos e estratégicos. Fazer relacionamento faz com que os níveis superiores também tenham informações e suas opiniões sobre o desempenho do provedor de serviços.
Fazendo um resumo, nos preocupamos muito com a entrega (e temos que nos preocupar mesmo, pois somos pagos para isso!), porém, é necessário dar atenção ao relacionamento com o cliente, e que isto vá além do service desk, para que a parceria seja duradoura.
Bom pessoal, o ITIL traz uma descrição bem detalhada sobre este processo, mas procurei fazer um resumo geral para um melhor entendimento. Espero ter ajudado para o entendimento no assunto.
Um grande abraço e até a próxima!

By http://goo.gl/4tKpEC

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A GRANDE Ferramenta Estratégica de Análise SWOT

Introdução

Recentemente tive a oportunidade de apoiar duas empresas de amigos em trabalhos de planejamento estratégico. São empresas totalmente diferentes e com problemas e necessidades também completamente diferentes, porém por se tratarem de questões estratégicas ao ajudá-los uma das ferramentas que recomendei e que foi muito útil no processo foi à análise SWOT.
“Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.” – Wikipedia

SWOT é uma técnica de análise de ambiente interno e externo, comumente empregada em processo de planejamento estratégico para avaliação do posicionamento da organização e de sua capacidade de competição. A sigla SWOT é uma abreviação das palavras (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats) significando que serão considerados na análise pontos Fortes, pontos Fracos, Oportunidades e Ameaças. No Brasil podemos chamar esta ferramenta estratégica de FOFA (Fortes, Oportunidades, Fracos, Ameaças), mas pessoalmente confesso que gosto mais de chamá-la de SWOT.
Geralmente a análise considera a comparação da empresa com a concorrência e/ou com outras empresas do setor. Este processo é conhecido como Benchmarking que busca identificar as melhores práticas na indústria para obter um desempenho superior. Nele a empresa examina como outra empresa realiza uma função específica a fim de melhorar como realizar a mesma ou uma função semelhante. Mas não podemos esquecer que melhor do que usar uma prática existente é superá-la e para isso é preciso inovar.

Ambiente Interno

Quando analisamos o ambiente interno, devemos considerar variáveis ou fatores que a organização tem controle, sempre envolvendo recursos, capacidades e processos, como: colaboradores, especialização, tecnologia, marcas, patentes, recursos financeiros, experiência dos gestores, processos organizacionais e produtivos, informações sobre o mercado, valores ou cultura, agilidade ou capacidade de mudança. E nesta análise interna verificamos os pontos fortes e os pontos fracos.
S – Strengths = Pontos Fortes – são características positivas de destaque, na instituição, que a favorecem no cumprimento do seu propósito. Como por exemplo:
  • Marca conhecida e respeitada;
  • Produtos com qualidade superior a concorrência;
  • Rede de distribuição de cobertura nacional;
  • Presteza no atendimento a reclamações;
  • Recursos de comunicação e de logística;
  • Pessoal de excepcional competência e motivação.
W – Weaknesses = Pontos Fracos – são características negativas, na instituição, que a prejudicam no cumprimento do seu propósito. Como por exemplo:
  • Pessoal novo e mal treinado ou desmotivado;
  • Falta de documentação de processos;
  • Sistemas de TI não atendendo adequadamente as necessidades das áreas usuárias;
  • Ausência de um manual de usuário claro, do produto ou serviço;
  • Falta de local adequado para o estacionamento de clientes;
  • Ausência de recursos para pagamento via cartão de crédito;
  • Falta de integração entre os departamentos e sessões.
Ao considerar as fraquezas tenha foco nos fatos, não nas pessoas. A ideia sempre deve ser construtiva, de edificação, buscando melhorias.
Segue abaixo uma tabela de alguns itens do ambiente interno que podem ser considerados durante a análise dos pontos positivos e negativos. Estes itens estão organizados segundo as áreas de uma empresa genérica.
Mercado
Forças
Fraquezas
Qualidade e padronização do produto
+
-
Aceitação do produto no mercado
+
-
Transparência na formação de preço
+
-
Canais de distribuição
+
-
Políticas promocionais e divulgação
+
-
Propaganda e força de venda
+
-
Pesquisa de mercado
+
-
Produção e Operações
Forças
Fraquezas
Controle de insumos e matérias-primas
+
-
Capacidade de produção / Suporte
+
-
Capacidade de utilização
+
-
Eficiência ou Produtividade
+
-
Estrutura do custo de produção
+
-
Controle de estoques e reposição
+
-
Instalações e equipamentos
+
-
Controle de qualidade
+
-
Inovação e flexibilização do processo produtivo
+
-
Sistema de Informação Gerencial
Forças
Fraquezas
Coleta de dados e informações
+
-
Capacidade de armazenamento de dados
+
-
Qualidade dos dados e informações
+
-
Integração do sistema gerencial
+
-
Velocidade de resposta do sistema
+
-
Administração
Forças
Fraquezas
Habilidade
+
-
Experiência
+
-
Comprometimento com os objetivos
+
-
Trabalho em equipe
+
-
Coordenação de esforços
+
-
Flexibilização administrativa
+
-
Finanças
Forças
Fraquezas
Liquidez / Capacidade de pagamento
+
-
Estrutura de capital / Endividamento
+
-
Rentabilidade
+
-
Demonstrativos financeiros / Informações
+
-
Comprometimento fiscal e tributário
+
-
Análise de investimentos VPL / TIR
+
-
Transparência dos Resultados
+
-
Gerenciamento de risco
+
-
Recursos Humanos
Forças
Fraquezas
Capacidade técnica operativa
+
-
Sistema de gestão de recursos humanos
+
-
Formalização contratual
+
-
Rotatividade de pessoal
+
-
Motivação dos trabalhadores
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Desenvolvimento técnico profissional
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Fonte: Adaptado de Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000) e Machado (2005)
Ambiente Externo

Quanto ao ambiente externo, a análise considera variáveis ou fatores que estão fora do controle da organização e que não há nada que a empresa possa fazer para mudar ou evitar. São fatores como políticas governamentais, infraestrutura, recursos logísticos, mercado, competidores, ambiente econômico, globalização e outros. Nesta análise externa verificamos as oportunidades e as ameaças, geralmente utilizando pesquisas de mercado, pesquisas na Internet, livros, estudos de caso, materiais de feiras e congressos, e outros recursos.
O – Opportunities = Oportunidades – são características que indicam como a organização pode continuar a crescer dentro de seu mercado, como por exemplo: mudança tecnológica, política governamental, padrões sociais.
Questões básicas:
  • Onde e quais são as oportunidades atrativas dentro do seu mercado?
  • Existe alguma nova tendência surgindo dentro do mercado?
  • Quais as perspectivas futuras da sua empresa que possam vir a descrever novas oportunidades?
Exemplos:
  • Incentivos governamentais à exportação;
  • Incentivos governamentais ao desenvolvimento de produtos;
  • Viés de aquecimento do mercado interno;
  • Conscientização do empresariado para explorar o mercado externo;
  • Nova tecnologia disponível para viabilização de projetos;
  • Integração com o mercado global;
  • Negociações internacionais que venham diminuir barreiras comerciais;
  • Viagens de nossos governantes com fins políticos e econômicos que aumentam a visibilidade e o comércio exterior do Brasil;
  • Melhor imagem externa do Brasil, que agora vai além de cachaça, futebol, carnaval e samba;
  • Aquecimento da economia;
  • Pré-sal e as energias renováveis; Copa do Mundo; Olimpíadas; etc.
T – Threats = Ameaças – ninguém gosta de pensar em ameaças, mas ainda assim nós temos de enfrentá-las, mesmo sendo fatores externos, fora de nosso controle. É vital estarmos preparados para enfrentar as ameaças durante situações de turbulência. A prevenção ajuda a reduzir os riscos de suas consequências.
Questões básicas:
  • O que seu concorrente está fazendo que prejudica seu desenvolvimento organizacional?
  • Existe alguma mudança na demanda do consumidor que pede por novas exigências de seus produtos e serviços?
  • As mudanças tecnológicas estão afetando sua posição dentro do mercado?
Exemplos:
  • Mudanças na política econômica que afeta a empresa, como por exemplo: aumento de juros;
  • Mudanças cambiais sensíveis;
  • Mudanças na regulamentação de importação e exportação no âmbito governamental, tanto no país de origem como no país de destino;
  • Entrada de concorrentes com o mesmo perfil;
  • Diminuição do poder de compra dos clientes finais;
  • Ataques terroristas que prejudiquem o comércio internacional;
  • Alterações de regulamentações relacionadas com incentivos.
Análise do Quadro
Após concluir a montagem do quadro, costuma-se fazer a análise dos fatores encontrados, cruzando:
 Pontos Fortes com Oportunidades – para potencializar as oportunidades de acordo com os pontos fortes da organização.
 Pontos Fracos com Oportunidades – para fortalecer os pontos fracos de modo que se possam aproveitar as oportunidades.
 Pontos Fortes com Ameaças – para identificar modos de diminuir as vulnerabilidades utilizando os pontos fortes.
 Pontos Fracos com Ameaças – para estabelecer um plano defensivo para evitar que as ameaças externas sejam potencializadas pelos pontos fracos.
O resultado desta análise poderá contribuir no estabelecimento dos objetivos estratégicos, metas, medidas e iniciativas, que serão usadas nos planos de ações estratégicas que serão desdobradas em ações táticas e operacionais.
E ainda, uma Força (interna) pode nos motivar a investir em um novo negócio (Oportunidade externa). Exemplo: Engenheiros qualificados (Força) permite a empresa obter um novo contrato (Oportunidade externa).
Uma Fraqueza (interna) pode ser compensada por uma Força (também interna). Exemplo: Um mau serviço de pós-venda (fraqueza) pode ser compensada produzindo produtos muito bons.
Pontos a Melhorar

Além dos elementos estratégicos identificados no SWOT, com certeza temos pontos a melhorar, que são características positivas na instituição mas não em nível suficiente para contribuir efetivamente ao cumprimento do seu propósito. Como por exemplo:
  • Qualidade da matéria prima utilizada;
  • Controle de estoques para evitar faltas;
  • Clareza nos comunicados e documentos para os clientes;
  • Iluminação e indicações visuais nas instalações;
  • Formação do pessoal que lida diretamente com os clientes;
  • Atendimento à imprensa.
Outras Ferramentas Estratégicas

Além da Análise SWOT existem outras ferramentas muito úteis para o planejamento estratégico, abaixo apresento resumidamente outras duas.
A análise PEST (política, econômica, social, tecnológica) avalia um mercado, incluindo os concorrentes, do ponto de vista de uma proposição particular ou um negócio. Ela pode ser útil antes da análise SWOT porque ajuda a identificar fatores de SWOT. PEST e SWOT são duas perspectivas diferentes, mas podem conter fatores comuns.
A análise das 5 forças competitivas de Porter – usada para análise setorial: Rivalidade entre os concorrentes; Poder de Negociação dos clientes; Poder de Negociação dos fornecedores; Ameaça de Entrada de novos concorrentes; Ameaça de produtos substitutos.
Tanto PEST como as 5 forças de Porter atuam sobre empresa e muitas vezes requerem mudanças na organização até mesmo no modelo de negócios.
Links relacionados:

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